Criança Segura

“Criança feliz quebrou o nariz foi para o hospital tomar sonrisal…se eu fosse o Pelé tomava café, se eu fosse o Tostão tirava o calção…”

Musiquinha cantada nos anos 70 que fez grande sucesso junto aos pais e à garotada.

Quando se leva os pequenos ao hospital, quem dera fosse somente para tomar  sonrisal! Vejo pela minha filha Clara de 4 anos. É impressionante como as crianças não têm noção de perigo. Não adianta dizer: Cuidado, você vai machucar! Você vai cair! Eu já te falei! Não adianta! “Entra num ouvido, sai no outro”. Mas, como todo bom pai e toda boa mãe, insistiremos com nossos avisos! Diz um antigo ditado que “anjo da guarda de criança é forte!” Para quem tem filhos essa é uma verdade! Como levamos sustos! Meu irmão me contou há uns anos atrás a seguinte história: seu filho acordara com dor de garganta na madrugada. Pegou ele no colo e o colocou em seguida sentado num banco alto, enquanto ele e a esposa foram procurar um remédio. Eis que de repente, meu sobrinho, completamente sonolento, caiu de cara na parede machucando a boca e um dos dentes da frente, para desespero dos pais. Se o menino já chorava por causa da inflamação na garganta, imaginem o chororô que foi àquela hora da noite! Meses depois o dente foi escurecendo e precisaram levar meu sobrinho ao dentista. O especialista examinou e deu o diagnóstico: será preciso extrair o dente! Foi um choque para o meu irmão pois os dentes de leite já haviam nascido. Ele saiu do consultório, entrou no carro e lágrimas escorreram por sua face. Como aquele pequeno descuido produzira tamanho estrago? 

Segundo informações do site Criança Segura “os acidentes, ou lesões não-intencionais, representam a principal causa de morte de crianças de 1 a 14 anos no Brasil. No total, mais de 5 mil crianças morrem e cerca de 110 mil são hospitalizadas anualmente, segundo dados do Ministério da Saúde, configurando-se como uma séria questão de saúde pública”. A boa notícia é que estudos mostram que 90% dessas lesões podem ser evitadas através de ações preventivas. Para tanto, é preciso capacitar pais, professores e pessoas que se interessam pela questão.

Aconselho a leitura do relatório sobre a relação dos acidentes com as fases do desenvolvimento infantil.

Para nossa alegria, informo que não foi preciso realizar a extração do dente do meu sobrinho. Que alívio! Hoje podemos sorrir juntos!

Para quem não conhece o site Criança Segura vale dar uma passada por lá.

Acesse: http://criancasegura.org.br/

 Um abraço.

12/09/11

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