Cômputo geral

Cheguei à conclusão de que, no cômputo total, nossos pequenos defeitos fazem uma enorme diferença, não só na nossa convivência, como também, na percepção que temos de nós mesmos e dos outros. Preferimos julgar as outras pessoas do que lançar um olhar em direção a nós mesmos. Somos máquinas de raios x ultra-rápidas, capazes de elaborar julgamentos fáceis acerca do outro. Como dizia minha avó: nossos defeitos estão escritos nas nossas costas.

Num casal, os defeitos ficam autoevidentes. É como se o parceiro fosse uma lupa. Por onde quer que vamos lá está ele a nos mostrar que não somos perfeitos, não adianta. Não somos perfeitos, ainda.

Tenho pensado nisso por esses dias: no cômputo total, aquelas pequenas falhas de caráter, modos de ser que nos tornam pessoas um pouco piores. O antídoto? Autoconhecimento.

Eduardo

24/04/12 

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